14 de dezembro de 2007

Pogonologia

Meu caro JB, pois eu cá acho que um homem sabe estar acabado, outrossim, quando, barbeando-se ao espelho, considera, pela primeira vez, desviar a lâmina Gilette do seu percurso quotidiano de modo a ceifar aquele surpreendente e jovem pêlo nasal. E mais certo fica do termo do seu masculino apogeu quando o dito, moqueando do ridículo esforço de recuperação da perdida viçosidade juvenil, recrudesce, mais moçoilo,mais irrequieto, mais grosso, mais pimpão e ainda mais oblíquo, umas poucas manhãs depois.

6 comments:

JB 15 de dezembro de 2007 às 23:37  

E o pior é que os cortes nessa zona não param de sangrar senão daí a umas horas. Para complicar ainda mais, o papelinho mal se aguenta derivado à ventania que por ali sempre faz.

Nada como uma maquineta eléctrica. Uma amiga ofereceu-me uma, em tempos. Talvez estivesse a querer dizer-me alguma coisa.

Garf 16 de dezembro de 2007 às 23:03  

E que dizer do pêlo que teimosamente insiste em desfigurar a outrora bem delineada forma da sobrancelha?

Decididamente, já tive dias melhores!

Anónimo,  17 de dezembro de 2007 às 04:02  

E o pelo encravado nos...

Ogait por favor da la a luz outro post porque isto de discutir pelos ao pormenor e pelo menos um pouco asqueroso...

MCP

zé nuno,  17 de dezembro de 2007 às 15:35  

Ultimamente, dei comigo a ter esse problema, até esta altura inexistente! A que se deve? :)

JB 18 de dezembro de 2007 às 16:13  

À puberdade, Zé Nuno, à puberdade :DDD

triss 22 de dezembro de 2007 às 23:42  

lol!
(quem é que será o tipo que inventou este "lol"?)

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